Feliz Ano Novo

•31/12/2009 • 1 Comentário

Dezembro é um mês em que as pessoas renovam esperanças, fazem planos para o próximo ano, fazem promessas que muitas vez  duram só até a metade de janeiro, e também é um mês em que aparecem várias previsões para o novo ano, até eu tive minhas visões hoje de noite enquando eu durmia, veja só:

1 – Tragédias climáticas farão as pessoas discutirem o aquecimento global. Essas mesmas pessoas continuarão comprando coisas que não necessitam.

2 – O técnico Cuca chorará em entrevista coletiva.

3 – Algumas pessoas morrerão em 2010. As pessoas passarão a gostar mais delas depois disso.

4 – O vencedor do BBB10 será esquecido pela totalidade da população brasileira no dia 23 de outubro.

5 – Um ídolo adolescente terá fotos íntimas expostas na internet. Uma atriz brasileira será flagrada com um moreno misterioso no Leblon. Ela dirá que são apenas amigos. Isso será mentira.

6 – Uma seleção desacreditada pela torcida será campeã da Copa do Mundo. Ao narrar a desclassificação do Brasil, Galvão Bueno exaltará as qualidades do técnico Dunga e dirá que um jogador do meio-campo sentiu o peso de jogar a Copa com a camisa da seleção.

7 – Um grupo de amigos fará uma festa na véspera das eleições e a lei-seca será motivo de piadas entre eles. Alguns deles acreditam que é importante o Partido dos Trabalhadores continuar no poder. Serão mais um motivo de piada na mesa.

8 – Suzana Vieira, Ana Maria Braga e Xuxa namorarão jovens desconhecidos que, na verdade, estarão interessados apenas na possibilidade de monetizar sua exposição na mídia.

9 – Em dezembro alguém dirá que o ano passou rápido.

Dezembro também é tempo de fazer amigo secreto, e o pessoal da Black Power fez um, do qual eu participei, olha só alguns que participaram:

No amigo secreto da Black Power não teve nada disso que direi agora, mas veja o que geralmente aconte num amigo secreto:

1 – Você vai ganhar um presente pior do que o que você comprou.

2 – Alguém sempre vai dizer “Eu não conhecia essa pessoa muito bem mas andei pesquisaaaaaandoooo”.

3 – A pergunta mais pensada e menos falada será sempre: “Dá pra trocar?”

4 – Quanto maior a embalagem mais cobiçado é o presente, mesmo que seja uma tábua de passar roupa.

5 – Alguém vai sempre dar uma desculpa pra não entregar o presente. Normalmente é a pessoa que pegou você.

6 – Toda vez que alguém fala: “O meu amigo-secreto é uma pessoa muito legal” um babaca grita: “É EU!”.

7 – Depois de participar, o babaca continuará gritando coisas como: “É bonito? Rá, eu já fui!” ou “Eu de novo?! hahahaha”

8 – Alguém sempre falta e manda o presente por outra pessoa.

9 – No meio do evento quem já ganhou presente começa a falar alto e a beber.

10 – Alguém vai esquecer o presente no local da festa.

E é desse jeito, com bom humor, que encerro os posts desse ano no blog, espero que vocês tenham gostado do blog, que terá algumas mudanças para o próximo ano, então aguardem.

E não posso esquecer de escrever uma coisa, tenham um ótimo ano novo, cheio de paz, saúde, kamas, muita sorte nos drops, e tudo que vocês quiserem, é o que eu e a Aladyah desejamos a todos.

[Livro] O Presente de Kwistmas

•24/12/2009 • 1 Comentário

Antes da história, quero agradecer a ajuda da Juh, que me ajudou a traduzir boa parte do livro, já que eu andei meio sem tempo, muito obrigado Juh. Espero que vocês gostem da história.

“Há muito tempo atrás, em uma região muito muito distante, hoje em dia esquecida por todos, havia uma pequena aldeia. Seus habitantes, pacíficos camponeses fecas,estavam preparando suas vidas para o inverno mais terrível que já mais houve. Naquele ano, o frio chegou mais cedo e mais vigoroso do que o ano anterior. As árvores da floresta vizinha foram cobertas com uma espessa camada de neve fazia um bom tempo já.

Não teria sido tão terrível se o frio intenso caísse apenas sobre a pequena aldeia. Os Fecas desta região foram precavidos e trabalhadores. Todos os anos, na verdade, enchiam vários celeiros cheios de grãos e suprimentos para viver confortavelmente durante a estação fria. Eles estavam tão bem organizados que, apesar de que o inverno foi particularmente frio nesta região, nunca tiveram nada a queixar-se nesta pequena aldeia.

Infelizmente, a colheita tinha sido escassa naquele ano. Mas não havia nada de alarmante sobre isso, não precisavam se preocupar. Afinal, eles reuniram alimentos e madeira em quantidade suficiente para se manterem quentes durante o inverno, e sem passar fome.

No entanto, como essa safra foi mais magra, serviu como um sinal de aviso do que estava para acontecer, muitos já estavam preocupados.

Eles preferiam estar errados… Mas naquela noite foi realmente terrível. Ouviu-se algo uivando para a lua a noite toda. Logo pensaram que era proveniente de lobos, como era freqüente na região, mas os gritos eram tão poderosos, e se misturavam com gritos sinistros soando como gargalhadas horripilantes, que todos sabiam que só poderia vir de um Boolobo rondando ‘em torno’ da aldeia.

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Voltei…

•16/12/2009 • 1 Comentário

Depois de muito, mas muito tempo sem fazer absolutamente nada, hoje eu finalmente fiz alguma coisa, fui trocar minha casca da concha explosiva, aquela que eu tinha ganho há algum tempo atrás durante a invasão na Península dos Drogonetes. Cheguei lá na península, me perdi um pouco no meio do caminho mas achei iop que estava trocando as conchas.

Ele não falou nada comigo, apenas pegou minha concha e me deu um amuleto, que tem o poder de fazer a pessoa que o possui correr mais, e também de aumentar os danos. Esse amuleto não tem nome, e nem descrição, mas ele é assim:

Depois de pegar o amuleto fui colher flores pra fazer mais algumas poções e aprimorar minha profissão. Em breve eu contarei como foi minha primeira vez no calabouço do Koolich, e também, dentro de 1 mês mais ou menos o Shawn estará de volta pra gente acabar de fazer o set dele, e fazer mais equipamentos pra mim também, por que estou precisando.

Até outra hora…

A história do Shawn

•05/12/2009 • 7 Comentários

Quando eu era pequeno, toda a noite antes de dormir minha mãe me contava histórias de ovos de dragões que davam poderes aos seus portadores, os Dofus. Eu ficava encantado com suas histórias, e sempre sonhava que um dia iria possuir todos Dofus possíveis.

Mas meu pai sempre falava que álguem como eu, fraco e desengonçado nunca iria conseguir se quer 1 daqueles ovos. Seu nome é Barbican, um ecaflip muito forte e sábio, sempre teve vergonha de mim por eu não ser nada parecido com ele.

Minha mãe, Lane, diferente do meu pai, sempre me apoiava e falava para eu nunca deixar de acreditar no que sou capaz. Ela não era uma ecaflip muita alta, e como era a melhor padeira de Ecanópolis, também era um pouco gordinha, já que provava todas as delícias que fazia em sua padaria.

Ecanópolis é minha cidade natal, se localiza numa pequena ilha perto do porto de Madrestam, onde só moram ecaflips. Há um lago bem no centro dela, e as casas ficam todas ao redor dele, e também há coqueiros, muitos coqueiros.

Apesar de meu pai sempre implicar comigo, e minha mãe sempre implicar com ele por causa disso, tinhamos uma vida muito boa, mas num dia tudo começou a mudar…

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Preparando Multigeléias

•30/11/2009 • 1 Comentário

Na intenção de fazer o Gelano pro Shawn, tirei o final de semana pra fazer algumas multigeléias, fiquei algumas horas matando Geléias de todas as cores junto com a Xsad e durante algum tempo com a Meimei também. Depois de de passar tanto tempo matando geléias fui durmir para descansar.

eu e a Xsad matando algumas Geléias

No dia seguinte fui fazer as multigléias, e para isso, contei com a ajuda de Ynoue, a padeira da Jubah, ela foi muito gentil e não me cobrou nada para fazer o seu serviço. A receita pra fazer a multigeléia é secreta, mas bem simples de fazer. Com os recursos que eu tinha consegui fazer 12 delas, agora é procurar grupo e ir no calabouço para começar a fazer o anel.

Valeu a todos que ajudaram a fazer as multigéleias, e outra hora eu volto.

Visitando Otomai

•28/11/2009 • 2 Comentários

Hoje resolvi dar uma folga na montagem do set do Shawn, e o convidei para dar um passeio na Ilha de Otomai, a razão, ter uma conversa com a primeira pessoa a por os pés naquela ilha. E olha que não foi nada fácil achar o laboratório dele, fica em cima de uma árvore, e é muito fácil se perder durante o caminho até lá, eu o Shawn nos perdemos várias vezes, pedimos informações para os habitantes da árvore, e só desse jeito, conseguimos achar o tão famoso laboratório. Otomai é uma pessoa muito inteligente, e que adora conversar sobre a ilha e suas pesquisas.

Ele nos falou que quando ele chegou, percebeu que a ilha já era habitada, mas nunca encontrou ninguém dessa antiga civilização, apenas as construções e laboratórios de alquimia, que eles restauraram para poder usar. E além disso, também encontraram alguns novos laboratórios enterrados na ilha.

conversando com Otomai em seu laboratório

Otomai contou sobre seu plano de trazer para a ilha, todas as criaturas já conhecidas até hoje, mas, infelizmente, o instinto agressivo de algumas criaturas o fizeram fracassar. Mas ele não desistiu, e agora ele pede a ajuda de aventureiros, na esperança que eles consigam capturar as almas das criaturas que ele pedir. Já que essa missão pode ser muito perigosa, como recompensa para quem fizer ela, ele entregará um objeto muito valioso e poderoso, ele dará um Dofus. Ele contou que viu vários Dofus, e teve a chance de estudá-los e descobrir alguns de seus segredos. Seus estudos provaram que um Dofus pode parecer único, mas não é verdade. Dragões não botam um único Dofus, mas sim vários.

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Em menos de 24 horas, mais 2 equipamentos

•26/11/2009 • 2 Comentários

Ontem comecei o dia colhendo flores, pra não perder o costume, estou guardando para fazer um monte de poção de uma vez só na sexta-feira. Depois fui ajudar a Vanessa-mga no calabouço Canidae, ela também está fazendo o set do Moolobo.

Depois que fizemos a dung, a gente foi dropar os Pêlos de Warko Marrom, que era a única coisa que ainda faltava, já que pouco antes a Meimei e o Silver-Shield tinham me dado os outros recursos que faltavam, e o cinto de boodesejo o Shessumaru-Sama tinha me dado fazia algum tempo já. Então fomos na Montanha Koalak procurar Warko Marrom. Foi um pouco mais difícil do que eu imaginava, mas depois de algum tempo, a gente conseguiu dropar todos os pêlos que faltavam.

dropando pêlos de warko marrom

Depois de acabar os drops pro cinto, fui ajudar o Biscatinho a encontrar Mopy King, mas procuramos por tudo e não achamos, então fui durmir, já que não me aguentava mais em pé.

Hoje, a primeira coisa que fiz, foi ir na oficina de sapateiros pra encontrar alguem pra fazer o cinto do Shawn,alguns não responderam, o Jauhm queria cobrar 150 mil, um roubo, então falei com a Sheila-Mello, e ela cobrou o preço certo.

Depois de fazer o cinto, fui ver o que ainda estava faltando pra fazer as outras coisas, e vi que a espada tava quase pronta, faltava somente as Entranhas de Escorpião, então fui dropar, com a ajuda do Raoni-Julian, estava esperandoa ficar horas, ou até mesmo dias tentando dropar elas. Mas para minha surpresa o Deus Enutrof estava do meu lado hoje, e na 2ª luta eu acabei dropando as entranhas.

E está mais difícil achar algum ferreiro pra fazer a espada, do que dropar as entranhas, mas algum dia eu encontro algum ferreiro disponível.

Outra hora eu volto com mais novidades ;*

 

Uma terça-feira cheia

•25/11/2009 • 3 Comentários

Hoje comecei o dia colhendo algumas flores para fazer mais poções e aperfeiçoar a minha profissão de alqumista, colhi diversas flores de linho e de sarraceno, e uma flor que eu nunca tinha colhido antes, orquídea Freyesque, é uma flor bem comum numa região da Montanha Koalak, colhi umas 200 dela, agora falta achar menta selvagem, que está mais espalhada por tudo, o que dificulta um pouco pra colher ela.

Depois das flores, fui ajudar o Everytime a dropar Coral Kurasso, que ele precisava pra fazer seu novo elmo, o Doro Le Blak. Foi meio díficil de conseguir eles, mas no final conseguimos, e ele pôde fazer o elmo.

Praia da Ilha de Otomai

De noite resolvi abrir algumas souls que eu tinha guardado. 2 de Warko Violeta, e 7 de CorvoRaposa, para dropar os recursos que faltam pro cinto do Shawn. Os pêlos de Warko Violeta eu consegui completar todos, mas os de CorvoRaposa faltaram 13 ainda, mas outra hora eu dropo eles.

Logo após abrir as souls, fui ajudar o Silver-Shield a dropar sangue de Oni, eles tem um feitiço chamado incurável, que eu  nunca tinha visto, todas as vezes que usam, a pessoa não pode se curar, se tentar se curar, sofre um bom dano. Mas tirando isso, conseguimos dropar todos os sangues que o Silver ainda precisava.

Matando o Oni

Depois de dropar os sangues, fui tentar ver o Dark Vlad, já que eu nunca tinha visto ele, e depois de todo o sacrifício, atravessando todo o labirinto, olha só o que eu encontrei:

mapa do Dark Vlad, só faltou ele

É, ele não estava lá, mas outra hora eu encontro ele.

;*

Vale da Agonia

•21/11/2009 • 1 Comentário

Com a correria da história dos dragões, acabei esquecendo de falar que o amuleto do Shawn está pronto, e agora faltam o cinto e o anel pra completar o set, e mais uma espada e o gelano, pra ficar como ele era antes.

Ontem eu já comecei a planejar o cinto, e fui no Vale da Agonia, pra chegar tive que passar por um longo caminho,  cheio de Koalaks loucos para atacarem quem chegar perto. Depois de mais ou menos 1 hora atravessando a Montanha Koalak, finalmente chegamos no vale.

matando Warko Violeta

Não foram muitas lutas, umas 4 eu acho, mas o drop estava muito bom, e conseguimos 7 pelôs de Warko Violeta, e mais 2 souls para abrir outro dia, espero que venha os 4 pelôs que ainda faltam nessas 2 souls, pra não precisar voltar lá tão cedo. Espero fazer o cinto até o final de semana que vem.

Era isso o que eu tinha pra falar por hoje, e o Shawn mandou avisar que em breve ele contará a história de como ele começou a se aventurar pelo Mundo dos Doze, não percam.

;*

A história de Grozilla e Grasmera

•20/11/2009 • Deixe um comentário

Uma Dragonete Volúvel

Em meados da primeira era, quando o tempo não existia e os Xelor ainda não haviam sonhado com seu poderoso Relógio, dragões poderosos eram a platéia privilegiada do despertar do Mundo. Poderosos, sim. Iguais, nem sempre… Mesmo entre os mais distintos, os Dragões divinos que semearam mundos, havia os favoritos do Deus Osamodas.
Entre eles, havia uma dragonete chamada Crocabulia, que sonhou com o dia de sua ascensão na hierarquia dos dragões preferidos por Osamoda. Mas todos os seus esforços mostraram-se inúteis; Crocabulia não conseguiu ganhar o afeto do Deus – e Osamodas tinha lá suas razões. Incapaz de aceitar os avanços de outro Dragão, Crocabulia não era digna de atingir tal status.
Quando ela se deixou encantar pela grandiosidade de Gragoularasar e teve seu filho, Crocoburio, Osamodas decidiu fechar os olhos e dar a ela uma nova chance. Mas Crocabulia se entregou mais uma vez, desta vez a Croulaklakoss, um enorme dragão branco e rival de Gracoularasalar.
Novamente, ela teve que suportar o olhar desaprovador de Osamodas e pedir perdão. Apesar de sua irritação com comportamento tão baixo da teimosa dragonete, o Deus ofereceu um trato.
« Uma nova raça nasceu » sussurrou o Deus à Dragonete « mas eles ainda são frágeis e vulneráveis. Eles precisam de um protetor, uma segurança para seu Santuário. Seja responsável pela proteção deles, prove seu valor completando esta missão, e você poderá se tornar membro da elite draconiana, se igualando aos meus Dragões divinos. »
Estas palavras cruzaram gerações, passando de sábio para sábio, aventureiro para aventureiro. No entanto, ninguém sabe como foram realmente proferidas. Além disso, quem poderia ser capaz de compreender a língua dos Dragões?
Sem hesitação, Crocobulia aceitou a proposta do Deus.
Cético, Osamodas tomou medidas para assegurar que a Draconete completaria adequadamente a missão. Ele pegou as suas duas crias – Grozilla e Grasmera – e as colocou em um sono profundo, para então trancá-los em uma sala escondida debaixo do Santuário que a Draconete tinha que proteger. Os dois Dragões só poderiam despertar muito depois, quando a missão da Dragonete estivesse completa e os filhotes ganhassem maturidade.

A Presunnção humana

Ao sul de Amakna, uma pequena vila foi criada no centro da mais gentil península, e da mais dócil fortaleza da civilização humana. As pessoas letradas eventualmente davam a esta comunidade o nome de “A Vila Primordial.” Continue lendo ‘A história de Grozilla e Grasmera’